Podia ser o nome de um filme manhoso mas filmes, só mesmo na cabeça equivocada de algumas pessoas. Por esta altura, a falta de horas de sono dos últimos dias, os atrofios do local de trabalho e sinceramente, a falta de paciência para situações destas, que deviam ter ficado pelos corredores da escola secundária, fazem este post aparentemente transbordar de veneno mas já que sou Dr. Veneno, pelo menos que tenha o proveito.
Isto para dizer à alminha que insistentemente envia mensagens para aqui - que têm sido sistematicamente eliminadas - o seguinte:
- O facto de não ter dado cavaco a nenhuma mensagem - que vão desde o surreal até ao wtf?! - só quer dizer uma coisa: NÃO estou interessado em conhecer-te;
- Achar que a piranha se refere à tua pessoa é, no mínimo, um egocentrismo desmedido, no máximo, mais uma alucinação. Mesmo que, por uma remota hipótese, tivesse alguma coisa a ver, chamar piranha a uma gaja NÃO é um elogio;
- NÃO é normal ir para o Montijo à minha procura;
- Se mesmo assim ainda restam dúvidas sobre esta questão, talvez alguns dos psiquiatras que lêm o blog possam ajudar.
Só me resta agradecer aos 3 amiguinhos que ajudaram a preparar o argumento para este filme série-Z. Preve-se agora uma enchente de mensagens. Ou talvez não.









Fez ontem 200 anos que Charles Darwin nasceu - o número de documentários, notícias e afins que subitamente apareceram esta semana realmente levantavam a suspeita de que algo se comemorava- e uns anos mais tarde escreveu um livro, talvez o mais importante nos últimos 2000 anos. Apesar de todas as falhas que a sua teoria da evolução e selecção natural pudessem ter (Hello? o homem viveu no século XIX e por outro lado, ele próprio indicou no seu livro as falhas da teoria), a sua publicação abriu a porta para que se produzisse conhecimento científico sem fim e que o Homem visse a sua posição no grande esquema das coisas, como Ray Troll ilustra na imagem em cima. 





