(modo sarcasmo off)
Sim, passei-me!
Estórias, desenhos, fotos e outros disparates que acompanham as minhas viagens.

Umas pistas: este bicho foi responsável por uma dor de cabeça tipo holocausto-nuclear-intra-craniano, por ter completado 2/3 do que pretendia, por estar a ver tudo aos pontinhos e por me apetecer assassinar meio mundo com o aparo. Que está bem afiado.
Apesar de quase completamente submerso em trabalho e nas suas mais variadas ramificações, ainda sobra algum tempo para vir à superfície respirar, quer seja para jantares indianos ou nepaleses ou simplesmente beber café. Fins de tarde soalheiros, vista para Lisboa, boa companhia e... exposições estranhas. Mas tudo gratuito.
Nestes 3 dias, pude confirmar o meu conceito de canoagem; Entre Ponte da Ajuda e a aldeia do Rosário, descemos cerca de 40 kms do rio Guadiana em autonomia: só nós e o rio, as margens, os quantos litros de vinho?, as ementas típicas que só sabem bem ali mesmo, a fogueira à noite, águias-reais, pesqueiras e abutres-negros a sobrevoar as canoas, navegar entre os labirintos de ramos dos sobreiros submersos e a companhia do pessoal com o maior grau de fixeza do Ribatejo e arredores.
Mais um Domingo de Desenho, mais um jardim e mais patos e afins. Desta vez, como a estufa fria estava fechada para obras, andamos pelo Parque Eduardo VII a observar, não só as colecções de anatídeos, mas também famílias disfuncionais e comportamentos tipicamente tugas, sempre a puxar pelos mais profundos instintos assassinos. Como já é tradição, o dia acabou na Graça, entre Croq-Madames e chamuças. A caminho de Meat-Go e da Road-of-Light, tempo ainda da produtora ganhar um óscar para a melhor indiscrição da noite. A Maria Rueff que o diga!
É um desconsolo só estar a conseguir colocar posts semanais mas como o que não tem faltado são outras coisas para fazer, o Guia vai entrando um pouco no desmazelo. Mas adiante.
