quarta-feira, janeiro 26, 2011

Em missão

Correcção: afinal vou para o Chile em trabalho... em missão jornalística como correspondente de uma importante revista. Depois lêem a foto-grafo-reportagem.
(só para calar as vozes que me continuamente me acusam de andar sempre de férias.)

Intervalo

... para regressar aos safaris fotográficos, caminhadas e outras rotinas que se perderam noutras rotinas. A ideia genial de, a recuperar de uma constipação-gripe ABC, ir passear para a costa da Sintra, entre a Azóia e a Praia das Maçãs, com o vento gelado a soprar e a acelerar o regresso ao carro para tratar a hipotermia entre uma bebida quente no moinho e um jantar nepalês.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Novamente online!

Onde é que eu ia?
Entre Gent, trabalhos mil, regresso ao laboratório, sapos e salamandras, mais uma mão-cheia de projectos, escassos desenhos e começar a pensar que daqui a uns dias estou a voar para o Chile, perdi-me um pouco...
A emissão segue dentro de momentos.

quinta-feira, janeiro 13, 2011

Nota breve

Há muito para dissertar sobre as últimas semanas mas fiquemo-nos por esta:


Os anfíbios são quase tão fixes como os passarinhos!


(sem querer ser traidor à causa...)

Comunicado oficial

Não estou em coma, não me volatilizei, não fui raptado por extraterrestres nem nada de extraordinário. Simplesmente, depois de mudar de casa, ainda não instalei internet e acho um bocado foleiro vir escrever para aqui baboseiras durante o expediente (como estou a fazer agora).
A emissão deve voltar à normalidade nos próximos dias.

domingo, dezembro 12, 2010

Próximas paragens:

Parece-me que já não faço papel de mete-nojo há algum tempo...


Gent e tudo mais que haja para ver num Natal com neve passado na Bélgica.

A ultimar pormenores para começar 2011 em grande na Patagónia.

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Weee! Entrei para a História!

Como? A esfolar bichos com 50 milhões de anos, obviamente!

E este, quem identifica?

Selecção II

E à falta de coisas mais interessantes para dissertar, continua o desfile de convocados:

Archaeopteryx reconstruído... à minha maneira. Parece que é disto que o pessoal gosta.

Upgrade

Ao fim de anos de prática, adquiri um novo super-poder: conseguir estar em dois sítios ao mesmo tempo!
Amanhã supostamente vou estar a dar duas aulas completamente diferentes, para duas disciplinas que não têm nada a ver uma com a outra.
E descobri agora que ninguém me disse a sala de uma dessas aulas.
O mais estranho é que os pauer-póintes estão prontos e revistos desde ontem (!!!) e, até agora, a pen com os ficheiros ainda não caiu pela sanita nem foi comida por nenhum bicho.
Depois destas peripécias pré-apresentações, o super-poder que espero desenvolver é conseguir manter a compostura... e não ganhar muitos cabelos brancos.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Selecção

Nesionixalus molari, um dos Anfíbios endémicos de São Tomé e Príncipe (sim, estou a fazer aquilo com os óculos no nariz).



Será que é convocado?

Novidades?

Estou submerso em trabalho... e continuo a não saber dizer não às solicitações e vou acumulando funções sobre funções.
Tive uma overdose de IKEA e preciso de fazer um tratamento de desintoxicação.
Tenho umas dúzias de projectos à espera de ver a luz do dia. Até parece que se multiplicam.


Felizmente, ainda me vou divertindo com todas estas coisas.
Novidades? Nem por isso...

quarta-feira, novembro 17, 2010

A mini-travessia do deserto

O PCR que não funciona há meses, por mais variações e adapações da técnica feitas, extracções mecânicas, a frio, a quente, químicas ou enzimáticas, não havia maneira de aparecer uma hélice que fosse de DNA.
A multa que levei a semana passada, que me fez perguntar onde andavam os senhores guardas Cerôdios quando, aqui há uns anos, me assaltaram o carro à porta de uma esquadra. Passar uma puta duma multa tudo bem, nem dá trabalho e é mais dinheiro angariado para o baile da polícia, agora apanhar ladrões, meliantes e delinquentes é que está quieto.
Os trinta milhões de coisas que já foram feitos na nova morada e os outros tantos que faltam fazer, sempre com a banda sonora progenitora de fundo "esta casa é horrível", por vezes intercalada com "esta casa é horrorosa" e também com o hit "nesta casa é tudo uma porcaria".
O carro, que foi para a revisão e inspecção, e que me fez chegar ao telemóvel um orçamento prévio que me deixou caído no chão, com tímpanos derretidos, retinas implodidas e a ameaça de um buraco negro na conta bancária.
Mas eis que se vislumbra um oásis ao fundo do deserto...
A PCR, graças às preciosíssimas amostras positivas da doutora You know who, começou hoje a funcionar em pleno, a debitar lindas, gordas e reluzentes bandas de 800 pares de bases, evidenciadas por um gel de agarose cuidadosamente preparado.
Quando pensava em chamar uma ambulância no momento de pagar a conta do carro - na oficina informaram-me ter um desfibrilhador - fiquei a saber que o valor era menos de metade. Foi um reencontro cheio de emoção, dois dias sem estar com o meu carro custaram. Foi ver-nos sair disparados estrada fora, contornando rotundas e viaturas alegremente, enquanto afagava carinhosamente o volante. Mesmo assim, ainda custou.
A casa está quase, quase pronta e afinal até tem boas áreas, muita luz e outras qualidades várias.
A multa? Olhem, fodeinde-vos, que vos faça muito proveito.
Agora, vamos ver o que há por detrás das primeiras palmeiras do oásis.

domingo, novembro 14, 2010

volte face

Quando era puto brincava horas seguidas com legos a montar cidades, castelos, naves espaciais e todo o tipo de palermices. Hoje, montei um sofá, uma cama, uma mesa e quatro cadeiras, todos os dias tenho ido ver o catálogo do IKEA e acho que as coisas que monto hoje são bem mais palermas que as de há 25 anos atrás.

segunda-feira, novembro 08, 2010

Falando de rapaces...

Ontem, gavionas, hoje águias-reais. A materialização de todos os pesadelos para algumas pessoas, um dia de trabalho normal para mim.

domingo, novembro 07, 2010

Ora aí está o que é!

Gaviona (Accipiter nisus) capturada hoje de manhã em Olaias. Obrigado ao PJF pelas fotos!

O Mondego é que é!

Nada melhor para retomar a actividade que um fim de semana com os quatro elementos de ouro: amigos, comida, bebida e pássaros. Um curso de primeiros-socorros a passarinhos levou-me novamente àquele lugar mítico e só acessível a alguns, que é a zona dos paúis do Baixo Mondego.
O curso foi muito interessante blá-blá-blá mas a cereja em cima do bolo foi o jantar de Sábado num sítio do demónio em Coimbra chamado "O Telheiro"... depois de estar praticamente entupido de umas das melhores tiras de picanha que comi na vida, com o colesterol já a chiar pelas artérias, eis que me começam a despejar no prato sobremesas que nunca mais acabavam. Era pudim, era leite-creme, era tarte de requeijão, era um não-acabar de coisas que me deixaram em pré-coma diabético. Eu bem tentava dizer que "Não, não, não quero mais!" mas os três marmanjos que me levaram a jantar só diziam "Sim, sim, ponha-lhe no prato!". Obrigado, PQT e seus pupilos por pensarem nos meus diabetes e hipercolesterolémia futuros. Resultado: depois de sair do restaurante a rebolar rua abaixo, pensava que iria morrer com uma congestão nessa noite.
Mas não, sobrevivi. E ainda bem, porque Domingo, ainda não eram 5h00 e já estava a pé, pronto para voltar a dar ao alicate numa sessão memorável. Porquê? Porque na última e à rasquinha o PQT lá conseguiu a sua 5000ª ave de 2010 e porque deixei lá uma gaviona com uma anilha posta por mim. Só dispensável era a chuva. E o campo minado que é o carvalhal de Olaias.
Regressado a magicar em mais uns quantos projectos, estou a pensar é em mudar-me para aqueles lados. Se calhar, é melhor não... ao fim de um ano ou já tinha morrido com uma lipidose-cirrose hepáticas ou então estava a trabalhar num freak-show como o homem de 300 kg.
Mas sempre merece umas visitas...

Finalmente, o regresso!

Depois de um mês alucinado de trabalho, dois congressos, um curso de vampiros, redacção de trezentos projectos para a Faculdade, começar a (des)orientar estágios, mudança de casa e um ou outro pormenor, a actividade blogueira é retomada.

sexta-feira, outubro 01, 2010

O stress de falar em público

Eu, que já fiz leituras em casamentos de pastilha na boca e que reproduzia em voz alta coisas escritas em parêntesis, que tenho saídas tipo "matulona" e que na véspera da primeira comunicação internacional em congresso tive de fazer uma pequena cirurgia ao portátil para conseguir sacar a apresentação, tenho uma nova para a lista:
A uma hora de três comunicações orais num congresso, consegui fazer voar a pen contendo todos os powerpoints do bolso da camisa em direcção à sanita (claro que a tampa estava aberta). Foram nano-segundos do mais puro terror, só interrompidos com o embate do dispositivo contra a loiça, fazendo com que a tampa da pen saltasse para dentro da água, o corpo da pen caísse no chão ecom que eu retomasse os batimentos cardíacos.
Depois desta, e de anos de histórias mirambolantes pré-comunicação, a questão que fica é: qual stress de falar em público? O stress é antes, a lutar contra o tempo (típico), sistemas de tomadas eléctricas diferentes e mobiliário de casa de banho.
Ah... e as comunicações foram um retumbante sucesso.

quarta-feira, setembro 22, 2010

Os meus amigos são mais fixes... (já perceberam a ideia)

Uns vão a mega-jantares com duzentas entradas, paelhas colossais e sobremesas místicas como empadas de chocolate.
Outros organizam exposições fantásticas que recriaram a expedição à Amazónia (incluindo o clima tropical).
Aqueles mesmo, mesmo fixes foram ao jantar de Sábado E foram à inauguração da exposição.

sábado, setembro 18, 2010

Os meus amigos são mais fixes que os teus (parte II)

Regresso ao Caldas para o primeiro jantar de aniversário surpresa da vida e recuperar alguma fé na humanidade no geral e nas festas de aniversário em particular.
A gerência agradece!