"Oh não! Mais dinossauros!" Pois é, voltamos a este velho tema, que surge de forma recorrente em ideias para desenhos e rabiscos. Mas de certa forma, é compreensível, apesar de não ser paelontólogo (acho que já ficou mais ou menos claro que gosto destas coisas, se bem que se tivesse enveredado por essa área profissional, o mais certo era estar desempregado e nem ter dinheiro para pagar internet de maneira a chatear-vos o neurónio com estas coisas), os dinossauros são parte integrante da minha vida profissional. Ainda ontem estivemos na Lagoa de Albufeira a capturar vários exemplares de uma certa linhagem derivada destes seres (há também quem lhes chame Aves) e a minha tese de mestrado também tem a ver com o mesmo. Às vezes não deixo de me sentir meio geek com estes posts mas depois acabo por pensar que este espaço serve mesmo para escrever sobre o que me apetece. E se me apetece escrever sobre dinossauros, toxoplasmas, as minhas férias, besouros, sardinhas assadas ou as cretinices do chefe, whatever...
Bem, tendo em vista concursos de ilustração em que provavelmente nunca irei participar, fui investigar sobre dinossauros portugueses (e não, não é um post político) e eis o que descobri:
Theropoda
Os grandes dinossauros carnívoros são dos grupos mais facilmente reconhecíveis pelo público. Os seus crânios eram grandes e parcialmente pneumatizados, tal como os ossos dos membros, as costelas e vértebras; os dentes comprimidos lateralmente, ligeiramente encurvados para trás e com 2 bordos serrilhados; as falanges dos membros anteriores eram alongadas, com garras longas e curvas; ao longo da evolução do grupo, que surgiu no final do Triássico/início do Jurássico e que se espalhou por todos os continentes (incluíndo a Antártida), houve uma perda progressiva dos dedos IV e V.
Por cá, passearam-se 2 grupos: Ceratosauroidea e Allosauroidea.
Ceratosauroidea

Allosauroidea

Digam lá se a anilhagem não era ainda mais interessante com estes bichos?
1 comentário:
E o sangue que podias tirar...hã...?
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