Finalmente, senhoras e senhores, consegui abrir a época de caça ao belo do petisco e o resultado foi uma chacina, um genocídio de milhares de pequenos, mas deliciosos seres invertebrados, que certamente morreram felizes ao ser lentamente cozidos vivos no seu próprio muco, sabendo que momentos mais tarde iriam satisfazer a gula alarve de uma mesa muito bem composta por mim e uma excelente selecção de amigos.
Os carcóis foram intercalados com bifanas suculentas, afogadas em rios de mostarda, tirinhas de pica-pau (antes prefiro este que o críptico pico nigro dos Pirenéus) e um sortido de belos enchidos grelhados. Tudo iguarias para fazer as artérias chiarem e estalarem tal deve ser o colestrol a entrar no sistema. Mas de certeza que irão chiar de satisfação ao serem tão bem nutridas. No fundo, ninguém quer saber do colestrol e dessas merdas. Porque melhor que o petisco é toda a animação e boa disposição que o envolve.
Ainda houve tempo para ir conhecer a maison de um casal amigo, resolver todos os quebra-cabeças metálicos e finalmente conhecer personagens singulares como o sr. Vítor Cerqueira, a Lena e a Lu e o Palhaço Pimpolho... Medo! Não os queiram encontrar.
Volto assim satisfeitíssimo, quer de estômago, quer de espírito e principalmente porque acho que me livrei da leve neura dos últimos 2 dias. O que vale é que passam depressa. Deste modo, a verborreia que tem distinguido este blog pode ter continuidade, para meu e vosso deleite!
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