sexta-feira, agosto 08, 2008

Dia 2 - Constantim

Chegados a esta aldeia raiana, começa verdadeiramente o programa das festas, no meu caso, na oficina de Célio Pires, para um workshop sobre gaitas de foles e flautas pastoris da região. A riqueza de pormenores históricos e técnicos e o debate de ideias levou a que a conversa se estendesse agradavelmente por toda a manhã, não permitindo que participasse no workshop seguinte, de pauliteiros - o que se calhar não foi assim tão mau, pois mantenho os dedos inteiros e a testa no sítio - mas ainda deu para visitar o tio Aureliano e ver as capas de honra feitas por ele.
Depois de almoço, hora do burro-paper aldeia fora, conhecer as gentes, provar guindilhas e porretas, decifrar inscrições em mirandês e passar o resto da tarde a pintar uma carroça com mais 2 artistas. O tempo voa e já é hora de jantar, assistir aos concertos de Trasga e de Sonidos de Trasgo, a preparar o clima para o que virá.
Às 2 da matina é hora de procurar um sítio para dormir.

1 comentário:

João Carvalho disse...

Hummmm... Começa-se a adivinhar um padrão comportamental nesses (fortuitos) «evitares» de actividades lúdicas sejam elas pauliteiros ou rollerblades...

Segurança acima de tudo!!!

:)